sábado, 11 de agosto de 2012

Gonzaga rebate Críticas

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) rechaçou com veemência as críticas de que estaria “perseguindo” os mototaxistas em Petrolina. A declaração partiu do representante do Sindimotos, Milton Barbosa, e teve como foco a obrigação dos profissionais em usar coletes luminosos (reflectivos), que passam a ser exigidos na fiscalização a cargo da Polícia Rodoviária Federal (PRF) – entre outros requisitos.
Segundo Milton, o parlamentar teria incluído recentemente uma resolução na lei que implantou o serviço de mototáxi na cidade. Mas Gonzaga contestou a acusação. Em entrevista ao programa Edenevaldo Alves na manhã desta sexta (10), o parlamentar justificou que o item já constava na lei nº 12.009 de 29 de julho de 2009, a qual instituiu o mototáxi. O que ocorreu é que a resolução só não passou a vigorar na época a pedido de outro representante dos mototaxistas em Petrolina, José Vicente Barbosa, que argumentou dificuldades da categoria naquele momento.
Era (a resolução) para ter entrado no ano passado, e mesmo assim consegui com que só entrasse este ano”, informou Gonzaga. Ele justificou também que esse requisito é tão obrigatório quanto outros contidos na lei – como ter no mínimo 21 anos para exercer a atividade de mototaxista, ter pelo menos dois anos de experiência com carteira de habilitação, não possuir antecedentes criminais e implantar uma proteção no veículo conhecida como ‘mata-cachorro’.
No caso do colete, Gonzaga explicou que o equipamento – além de diferenciar o mototaxista do motociclista – ainda funciona com item de segurança em caso de acidentes. E ironizou os comentários de que estaria atendendo a interesses. “Sempre é assim em época de eleição. Estão dizendo que tenho uma fábrica de coletes e mata-cachorros. Dou a fábrica pra quem quiser”, alfinetou.
Sem vínculo político
Atual presidente da Comissão Parlamentar da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Gonzaga também não gostou do fato de Milton ter insinuado que fiscalização do órgão junto aos mototaxistas teria conotação política. “Isso não existe”, completou.

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