sexta-feira, 20 de abril de 2012

Outono, Tempo de calar!


Estou num daqueles dias em que o silêncio é inegavél, um daqueles dias em que o coração deseja passear na nossa própria história sem saber o que quer, como um passarinho que voa até cançar depois de sair da gaiola.

Não sei o que há, não entendo, não sei o que falar, simplesmente calo... preciso de um tempo, alguns minutos são suficientes, preciso me olhar no espelho e tentar reconher algo em mim mesmo...

Que mistério meu senhor, é o coração do homem, ele tem o desejo de voar pra bem longe de ti, quando na verdade o que quer é estar bem perto de ti, estranho amor!

Preciso de tua presença está noite, sem nada dizer, calado mas extremamente perto, pra sentir as batidas do meu coração confuso, ancioso...

Eu que tanto falo, tanto preciso dizer, que desabafo cantando, na história da vida preciso calar as vezes, e te olhar na imensidão e no silêncio...

Estou cançado... já meio sem forças, as vezes com medo, sem saber para onde este imenso mar vai me levar, embora seja tudo sempre novo, eu confio em ti, aprendi a ser assim. Há como lutei, como fugí, como tive medo de errar, hoje vejo quão grande meus erros eram e quão pequenos tú os tona senhor!

Se posso expremir o que sinto, eis ai meu suspiro! "......................."          

Tú me olhaste e mais que isto me viste, perfumaste minhas mçaos com o trigo do altar, e minha alma embriagou-se do vinho da vida, do vinho da alegria, teu sangue! Doce como um carinho que adormece a alma, eu vou, e sem forças pra fugir eu volto...

Muitos me olham e se admiram, como se soubessem quem realmente sou, um menino cheio de sonhos e medos, um homem frágil e tímido, que está aprendendo amar contigo, se o mundo as vezes me admira e me escuta, é o teu sorriso chamando teus filhos no meu olhar! sou e serei sempre aquele que serve à mesa dos teus filhos, e assim o quero ser. Amém!

Nenhum comentário:

Postar um comentário