quinta-feira, 6 de maio de 2010

Catedral de Paulus

Cruz granítica, insígnia da realeza episcopal,
cintilam rubros tons do teu rubi central:
o Sacré Coeur incrustado na rosácea frontal;
presença que representa o amor esponsal.

Poema doação, evocas a predestinação
de um pastor profético – de serviço e ação.
Demonstras a unidade da humanização
quando congregaste os povos na tua execução.

Dois cetros, empunhas, qual flâmulas aos céus,
de duas nações balizadas – genuflexas – ante a glória de Deus.
França e Brasil, de ser Templo Aráutico, garantem-te a saga,
no ressoar e multicor fanol cheio de graça.

Ó Cátedra de Malan, Soares, Vilella...
continuaste de Aragão a Ponte, e hoje
proclamas, de Dom Paulo Cardoso,
o ribombar motivador de missão e fé.

Evocas a transcendência divinal!
Erguida pelo dom de uma escolha papal,
estás hoje prateada pelo Jubileu Episcopal:
Salve, Dom Paulo! 25 anos de amor pastoral!



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