quarta-feira, 29 de abril de 2009

Ressurreição.


Provas sobre a ressurreição de cristo, discurção sobre reencarnação, palavra do para sobre a ressurreição, e veracidade sobre o novo textamento, vale apena ler, ou salvar para ler depois, essa foi uma pesquisa sobre uma trabalho que fizemos aqui no seminário sobre a ressurreição.



* Utilizando a perspectiva histórica notamos que a ressurreição de Cristo é um evento que ocorreu em uma dimensão definida de tempo e espaço.

o corpo desapareceu

A Pedra:pesava cerca de duas toneladas.
Mateus a descreve como sendo uma pedra grande. Marcos nos diz que a pedra era extremamente grande – uma pedra sólida de mais ou menos 1.50 de altura – em geral acredita-se que pesava 2 toneladas – com espaço para 3 corpos.

DEPOIS DA RESSURREIÇÃO A PEDRA FOI REMOVIDA, POIS ESTAVA EM POSIÇÃO DIFERENTE.

MATEUS USA UMA PALAVRA GREGA “KULIO”, QUE SIGNIFICA “ROLAR”, PARA DIZER QUE A PEDRA FOI REMOVIDA.

MARCOS USA UMA PALAVRA COM A MESMA RAIZ E A PREPOSIÇÃO “ANA” QUE SIGNIFICA ACIMA OU PARA CIMA. ISTO SÓ PODE SIGNIFICAR QUE A PEDRA FOI ROLADA PARA CIMA OU PARA UMA INCLINAÇÃO. POSSIVELMENTE HAVIA UMA INCLINAÇÃO NAQUELE LUGAR.
LUCAS, CONSIDERADO UM DOS HISTORIADORES MAIS PRECISOS DA ANTIGUIDADE, USA “KULIO” (LUCA 24) COM A PREPOSIÇÃO “APPO” QUE SIGNIFICA LONGE DE NO SENTIDO DE DISTÂNCIA OU SEPARAÇÃO.

ELE AFIRMA QUE A PEDRA FOI REMOVIDA NÃO APENAS DA ENTRADA, MAS DO “TÚMULO” OU “SEPULCRO”.

JOÃO USOU A PALAVRA GREGA “AIRO”, QUE SIGNIFICA LEVANTAR ALGO E TRANSPÔ-LA PARA OUTRO LUGAR. A PEDRA FOI REMOVIDA PARA CIMA E PARA LONGE.

OS GUARDAS NÃO PODERIAM TER AJUDADO, MAS CERTAMENTE OUVIRIAM O QUE ESTAVA ACONTECIDO MESMO QUE ESTIVESSEM EM SONO PROFUNDO.



Os guardas percebem pela manhã atestam o simiço do corpo e recebem suborno dos sacerdotes.

O tumulo esta vazio QUALQUER PESSOA PODIA TÊ-LO VERIFICADO – FAÇA-O




Mateus descreve o que aconteceu naquela noite enquanto o guarda estava em seu posto: "E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. E o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como neve. E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos" (Mateus 28:2-4).

O lugar possui uma definição geográfica, o homem a quem pertencia o túmulo era um homem que vivia na primeira metade do século primeiro; o túmulo era feito de pedra e ficava ao lado de uma colina próximo a Jerusalém. Não era nenhum invento diferente envolto numa atmosfera mitológica decorado com tecidos finos, mas era algo que tinha significância geográfica. Os guardas colocados diante do túmulo não eram seres fictícios do Monte Olimpo; o Sinédrio era um corpo de homens que se encontravam freqüentemente em Jerusalém. Como uma vasta literatura nos fala, esta pessoa, Jesus, era uma pessoa vivente, um homem entre outros homens, e os discípulos que saíram para pregar o Senhor ressuscitado eram homens entre homens, homens que se alimentaram, beberam, dormiram, sofreram, trabalharam e morreram. Que tem isto de doutrina? Este é um problema histórico


EVENTOS BÍBLICOS:
O GRANDE TERREMOTO

O ANJO DO SENHOR DESCEU DO CÉU E REMOVEU A PEDRA

OS GUARDAS CAIRAM COMO MORTOS

OS SOLDADOS CORRERAM ATÉ O SUMO SACERDOTE

O SUMO SACERDOTE DÁ-LHES DINHEIRO PARA QUE DIGAM QUE DISCÍPULOS HAVIAM ROUBADO O CORPO




A Confiabilidade Histórica da Bíblia
Os documentos do Novo Testamento são confiáveis?

Lucas é um historiador completo. Por exemplo, no capítulo 3 Lucas nos informa com grande especificidade, “E NO ano quinze do império de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos presidente da Judéia, e Herodes tetrarca da Galiléia, e seu irmão Filipe tetrarca da Ituréia e da província de Traconites, e Lisânias tetrarca de Abilene, Sendo Anás e Caifás sumos sacerdotes, veio no deserto a palavra de Deus a João, filho de Zacarias” (Capítulo 3; 1-2).

Tibério tornou-se imperador em Agosto, no ano 14 D.C., e provavelmente Lucas empregou o método de cálculo utilizado na Síria. Seu décimo quinto ano teria iniciado de setembro a outubro do ano 27 D.C..

O Quarto Evangelho, o Evangelho de João, menciona três Páscoas desde o batismo de Jesus por João até Sua crucificação (João 2:13, João 6:4; João 11:15), a Última Ceia celebrada antes da Festa da Terceira Páscoa (João 13:1).

A terceira Páscoa do ano 27 D.C. teria sido no ano 30 D.C.. É por isso que geralmente se concorda que a crucificação de Cristo aconteceu provavelmente no ano 30 D.C..

Segundo as opiniões dos eruditos, quando os evangelhos do Novo Testamento foram escritos?

Saber quando os Evangelhos do novo Testamento foram escritos é importante já que a memória de uma testemunha de um evento se desvanece com o tempo. Os eventos são mais precisamente registrados se são anotados quando ainda recentes na mente daqueles que os testemunharam. Se a informação é atenuada, com o passar do tempo a probabilidade de erro em relação ao ocorrido aumenta.

O Evangelho de Lucas, segundo opiniões correntes, foi escrito pelo mesmo autor de Atos dos Apóstolos, que se refere a Lucas como o “primeiro relator”. Por exemplo, ambos estão endereçados a “Teófilo”. Ambos têm estilo e vocabulário similares. O Historiador Colin Hemer fornece todas as seguintes evidências que dão suporte à idéia de que Atos foi escrito entre 60 e 62 D.C..

Não há menção alguma em Atos da queda de Jerusalém em 70 D.C.
A guerra dos judeus do ano de 66 D.C., entre judeus e romanos, não é mencionada.
As perseguições dos Cristãos por Nero no final dos anos 60 D.C. não aparecem.
A morte de Tiago nas mãos do Sinédrio em 62 D.C. registrada por Josefo em “Tempos Antigos do Judeus” também não é mencionada.
A proeminência e poder dos Saduceus em Atos reflete uma prévia ao ano 70, anterior à subseqüente hostilidade a Roma.
Em Atos os Fariseus são tratados com relativa simpatia o que teria sido improvável depois do Conselho de Jamnia e o avivamento fariseu que levou ao recomeço do conflito com o Cristianismo. Este não é o caso no evangelho de Lucas.
Atos parece ter sido escrito anteriormente à chegada de Pedro em Roma.
Atos foi escrito num tempo quando se permitiam gentios, “temerosos de Deus”, na sinagoga, data anterior aos anos 70.
Existe agora uma ampla aceitação das datas primitivas do Novo Testamento.O antigo erudito liberal William F. Albright afirma: “Já podemos dizer enfaticamente que não existe mais nenhuma base sólida para datar qualquer livro do Novo Testamento depois dos anos 80 D.C., duas gerações inteiras antes da data entre 130 e 150 dadas pelos mais radicais críticos do Novo Testamento dos dias atuais” (“Descobrimentos Recentes em Terras Bíblicas” - “Recent Discoveries in Bible Lands” – Enciclopédia Baker de Apologética Cristã, Norman L. Geisler).

Acredita geralmente que o Evangelho de Lucas foi escrito pouco depois de Atos; Mateus pouco depois dos anos 70 D.C.. e João por volta de 100 D.C.. Em seu livro “Modificando a Data do Novo Testamento” - “Redating the New Testament” John A.T. Robinson, uma celebridade ao iniciar o movimento a “Morte de Deus” - “Death of God”, coloca Mateus entre 40-60 D.C., Marcos mais ou menos entre 45-65 D.C., Lucas antes de 57 D.C. e depois de 60 D.C., e João antes de 40 D.C. e depois de 65 D.C.. O Novo Testamento teria sido escrito enquanto as testemunhas estavam vivas assegurando a veracidade dos evangelhos. Em 18 de março de 1972, Jose O’Callahan, um paleógrafo espanhol jesuíta, identificou um fragmento do manuscrito do Qumran como sendo um pedaço do evangelho de Marcos cuja data remonta ao ano 50 D.C.

“A data da escrita do livro de Atos depende da data que nós afixarmos ao terceiro evangelho, o Evangelho de Lucas, pois ambos sãos partes de uma obra histórica, e a segunda parte parece ter sido escrita logo após a primeira. Existem fortes argumentos para datar as duas obras não muito depois dos dois anos da prisão de Paulo em Roma (60-62 D.C.)” (F.F. Bruce, “Os Documentos do Novo Testamento São Confiáveis?” - “The New Testament Documents: Are They Reliable”).

FF. Bruce continua “As datas das 13 epístolas de Paulo podem ser determinadas parcialmente por evidências internas e parcialmente por evidências externas… Existem alguns escritores em nossos dias que rejeitariam Efésios; outros poucos rejeitaram 2 Tessalonicenses; mais alguns outros negariam que as Epístolas Pastorais (1 e 2 Timóteo e Tito) chegaram à sua forma atual pelas mãos de Paulo. Eu as aceito todas como Paulinas, mas as oito cartas restantes seriam por elas mesmas suficientes para nosso propósito, e a partir delas que os principais argumentos são apresentados em nosso último capítulo sobre ‘A Importância da Evidência de Paulo’.

“Dez das cartas de Paulo que levam seu nome são do período anterior ao final de sua prisão em Roma. Estas dez, em ordem de quando foram escritas, podem ser datadas como se segue abaixo: Gálatas, ano 48; 1 e 2 Tessalonicenses, ano 50; 1 e 2 Coríntios, anos 54-56; Romanos, ano 57; Filipenses, Colossenses, Filemon e Efésios, ano 60.” As Epístolas Pastorais pela estilo e atmosfera histórica que possuem (mudam segundo os estados dos assuntos tratados nas igrejas Paulinas) foram provavelmente compiladas mais tarde do que as outras epístolas de Paulo em 63-65 D.C.. Isto não significa um problema para aqueles que acreditam na segunda prisão de Paulo em Roma no ano 65, tempo em que ele provavelmente foi executado.

F.F. Bruce conclui que o tempo entre os eventos evangelísticos relatados no Novo Testamento e a data em que foram registrados foi curto, dando-lhes confiabilidade como informações que não foram corrompidas com o tempo (nem estariam sujeitas a adornos mitológicos).


Documentos Originais:
Uma multiplicidade de manuscritos associada ao tempo quando o primeiro deles foi criado é uma evidência para uma “cadeia de informações” não contaminada. As discrepâncias entre o manuscrito mais velho disponível e a cópia mais atual do mesmo manuscrito ajudam a determinar a autenticidade do manuscrito disponível mais aceito geralmente.

Teólogos alemães no século 19 argumentaram que o Evangelho de João não havia sido escrito até pelo menos 160 D.C. Por isso os eventos relacionados à vida de Jesus não tinham muito uso histórico.

Um fragmento de papiro, de mais ou menos duas polegadas e meia por três e meia, foi adquirido no Egito em 1920 contendo cinco versículos do décimo oitavo capítulo do evangelho de João.

Em 1934 C.H. Roberts do Saint John’s College, Oxford, reconheceu esta porção do Evangelho de João revisando os papiros existentes na Biblioteca de John Rylands em Manchester. Pelo estilo da escrita ele concluiu que sua origem datava entre 100 D.C e 150 D.C.. Adolf Deissman, um importante paleógrafo, convenceu-se de que o fragmento do papiro era pelo menos da mesma época do reinado de Hadrian, o imperador romano (117-138 D.C.) ou talvez Trajano (98-117 D.C.).

O fato deste fragmento de uma cópia ter sido encontrado ao longo do rio Nilo no Egito, longe de Éfeso, na Ásia Menor, onde João provavelmente escreveu seu evangelho, e aliado ao tempo transcorrido para chegar ao Egito, dá credibilidade a uma escrita mais antiga do Evangelho de João.

Willian F. Allbright atestando sobre uma autoria anterior ao Evangelho de João, afirma que a evidência da comunidade do Qumran mostra que os conceitos, terminologias e os pensamentos do Evangelho de João pertencem provavelmente ao início do primeiro século (‘Descobertas Recentes na Palestina’ da “Enciclopédia Baker de Apologia Cristã”- “Recent Discoveries in Palestine’ from the “Baker Encyclopedia of Christian Apologetics,” Norman L. Geisler). “Graças às descobertas do Qumran, o Novo Testamento prova ser de fato o que se acreditava ser anteriormente: os ensinamentos de Cristo e seus seguidores entre os anos 25 e 80 D.C.,” (‘Da Idade da Pedra ao Cristianismo’ - “From Stone Age to Christianity,” 23).



JESUS APARECEU AOS APÓSTOLOS DURANTE MAIS DE 40 DIAS. ELE SE APRESENTAVA VIVO “ATRAVÉS DE MUITAS PROVAS CONVINCENTES” (ATOS 1:3). TERMINOLOGIA LEGAL.

MARIA MADALENA SE AGARROU A JESUS NO SEPULCRO. JESUS PEDIU-LHE PARA QUE NÃO O FIZESSE UMA VEZ QUE ELE ANDA NÃO HAVIA ASCENDIDO AO PAI.

ELE APARECEU NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA ATRAVÉS DE PORTAS FECHADAS E MOSTROU AOS DISCÍPULOS SUAS MÃOS E O LADO EM QUE HAVIA SIDO TRESPASSADO (João 20:19-20)

TOMÉ NÃO ESTAVA COM ELES E NÃO ACREDITOU. 8 DIAS MAIS TARDE JESUS APARECE NOVAMENTE ANTRE ELES E MAIS UMA VEZ A PORTA ESTAVA FECHADA (João 20:26). TOMÉ QUERIA PROVAS OBJETIVAS E EMPÍRICAS.

JESUS PERMITE QUE TOMÉ EXAMINE SUAS MÃOS E SEU LADO FERIDO PELA LANÇA

JESUS APARECEU EM UMA PRAIA A UNS 100 METROS DE DISTÂNCIA DE ONDE OS DISCÍPULOS ESTAVAM PESCANDO EM UM BARCO PEQUENO. ELE LHES DISSE QUE LANÇASSEM A REDE PARA O LADO DIREITO DA EMBARCAÇÃO (João 21:6). ELES NÃO TINHAM PESCADO PEIXE ALGUM DURANTE TODA A NOITE. GRANDE PESCARIA SE DEU. 153 PEIXES. A REDE NÃO SE ROMPEU.

ALUCINAÇÕES:

AS ALUCINAÇÕES SÃO MUITO INDIVIDUAIS, NÃO EM GRUPO

NÃO PARAM DE REPENTE. OS APARECIMENTOS DE JESUS PARARAM DEPOIS DA ASCENSÃO.

EXPERIMENTADAS PELAS PESSOAS QUE SÃO EMOCIONALMENTE INSTÁVEIS E QUE ANSEIAM POR ALGO EXTRAORDINÁRIO (UM OVNI ETC...) OS APÓSTOLOS NÃO ESTAVAM ESPERANDO VER JESUS NOVAMENTE.





NO ANO 56 D.C. PAULO DISSE QUE JESUS APARECEU PARA MAIS DE 500 IRMÃOS DE UMA SÓ VEZ. A MAIORIA DELES ESTAVA VIVA E PODIA CONFIRMÁ-LO NA ÉPOCA! (1Coríntios 15:6).


Dr. Simon Greenleaf, um dos maiores advogados americanos, disse sobre a área de provas circunstanciais:
“SE EXISTE UM NÚMERO SUFICIENTE DE PESSOAS VIVAS QUANDO AS INFORMAÇÕES SOBRE UM EVENTO SÃO PUBLICADAS E TAIS PESSOAS OU SÃO TESTEMUNHAS DE UM EVENTO OU PARTICIPARAM DELE, CERTAMENTE PODE-SE ESTABELECER COM BASTANTE PRECISÃO A VALIDADE DESTE EVENTO SECULAR.”


OS JUDEUS E OS ROMANOS PODIAM TER DESMENTIDO O SEPULCRO VAZIO


ROMANOS E JUDEUS TOMARAM O CORPO PARA COLOCÁ-LO NUM TÚMULO, EM UM LUGAR SEGURO:

POR QUE ELES CAUSARAM TODOS ESTES PROBLEMAS QUE LEVARAM A OUTROS QUE NÃO DESEJAVAM?

SE SOUBESSEM ONDE O CORPO SE ENCONTRAVA, ELES O TERIAM MOSTRADO.

AO MOSTRAREM O CORPO, ELES TERIAM ACABADO COM O CRISTIANISMO

EM VEZ DISSO OS JUDEUS PRENDERAM OS CRISTÃOS, GOLPEARAM-LHES E AÇOITARAM-LHES PARA QUE PARASSEM DE PREGAR A RESSURREIÇÃO.

JOSH MCDOWELL, “O SILÊNCIO DOS JUDEUS FALA MAIS ALTO DO QUE A VOZ DOS CRISTÃOS”.




Se você for ao túmulo de George Washington você o encontrará lá. Se for ao túmulo de Richard Nixon também o encontrará lá, mas se você for ao túmulo de Jesus você encontrará...TURISTAS.





-Wilquipeia
Ressurreição em latim (resurrectione), grego (a•ná•sta•sis). Significa literalmente "levantar; erguer". Esta palavra é usada com freqüência nas Escrituras bíblicas, referindo à ressurreição dos mortos. No seio do povo hebreu, a palavra correlata designava diversos fenômenos que eram confundidos na mentalidade da época. O seu significado literal é voltar à vida, assim o ato de devolver uma pessoa considerada morta era chamada ressurreição; Existe a conotação escatológica adotada pela igreja católica para esse termo que é a ressurreição dos mortos no dia do juízo final.



Ressurreição Bíblica
Através dos séculos, os cristãos sempre confessaram o credo dos apóstolos: “Creio na ressurreição da carne”. Esta confissão de fé na ressurreição “carnal” dos crentes é fundamentada na fé da ressurreição do corpo de Cristo. Apesar da convicção inabalável da igreja histórica na ressurreição da carne, existem, em nossos dias, alguns que se julgam ortodoxos, mas não aceitam esta doutrina. No passado, também houve aqueles que se apartaram dessa confissão pregada pelo cristianismo apostólico, negando a realidade da ressurreição. Hoje, igualmente, alguns continuam sendo tentados a mudar de rumo negando a materialidade da ressurreição. O que nos chama a atenção nisso tudo é que os tais não têm dificuldades em pregar uma “tumba vazia” enquanto, de forma irônica, negam que um corpo material (carnal) possa ter emergido desta. Em resumo, enquanto negam a materialidade da ressurreição, confessam sua objetividade, e, baseados nesta confissão, concluem que detém uma fé bíblica.

Existem acadêmicos que realmente acreditam que Jesus deixou para trás uma tumba vazia, entretanto, o corpo de sua ressurreição foi invisível e imaterial em sua natureza. Distorcem os ensinamentos do apóstolo Paulo e ensinam que “o corpo futuro (ressurreto) dos crentes não será carnal, mas unicamente um corpo espiritual”. O professor E. Glenn Hinson concorda que Paulo foi convencido de que o Cristo que lhe apareceu no caminho de Damasco pertenceu a outra ordem de existência, diferente daquela que os discípulos conheceram em carne. “O Cristo ressurreto não possui um corpo físico, mas um corpo espiritual”. O acadêmico Murray Harris, da Trinity Evangelical Divinity School, é outro exemplo deste deslize teológico. Ele é categórico em dizer que: “depois da ressurreição de Jesus o estado essencial de seu corpo era de invisibilidade e imaterialidade”. Harris ainda acrescenta que o corpo de ressurreição dos cristãos “não será carnal de forma alguma”. De acordo com esta concepção, o corpo ressurreto de Jesus não era o mesmo corpo físico que Ele possuiu antes de sua morte, mas uma espécie de segunda incorporação.Tal fato, se visto de maneira realmente bíblica, tende-se ao erro, pois claramente as escrituras sagradas afirmam que o Cristo Ressurreto teve fome e a prova cabal e concreta do corpo físico está em Lucas 24:39.

Perguntamos: Seria justo classificar essas pessoas de “hereges”, simplesmente porque afirmam que Jesus não ressuscitou no mesmo corpo físico no qual Ele morreu? Qual é a importância de pregar que Jesus ascendeu ao céu com um corpo físico? Não bastaria apenas concordar que de fato Ele ressuscitou, que sua tumba está vazia e que Ele venceu o poder da morte? A resposta para estas questões encontra respaldo em elementos históricos e teológicos. Vejamos: suscintamente fundamentados nas Sagradas Escrituras, podemos atestar que, não somente hereges, mas anticristos, pois, além de negarem a sobreexcelente manifetação do poder de DEUS de ressucitar um corpo,negam que JESUS CRISTO veio em carne; não só CRISTO JESUS veio em carne, mas JESUS CRISTO veio em carne, é assim que conhecemos os espíritos que são de DEUS, conforme atesta o pescador João, em sua primeira carta, capítulo 4.




A confissão da igreja cristã
Antes de qualquer coisa, não há como negar a contundência confessional da igreja cristã. A igreja não apenas sempre afirmou a imortalidade do corpo da ressurreição, mas também sua materialidade. A igreja sempre concordou com o apóstolo Paulo de que o corpo da ressurreição é um corpo “espiritual”, ou seja, um corpo dirigido pelo espírito, porém, jamais negou que fosse também um corpo material. Isto está de acordo com o que o apóstolo ensina: “Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual” (1Co 15.44).

Isto fica patente e evidente quando Jesus aparece aos seus discípulos, já ressurreto, e diz: "Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho." (Lucas 24 : 39)






Reencarnação e ressurreição

Em comparação a um conceito como o "Mundo Vindouro", reencarnação não é, tecnicamente falando, uma verdadeira escatologia. A reencarnação é meramente um veículo para se atingir um fim escatológico. É a reentrada da alma num corpo inteiramente novo no mundo atual. A ressurreição, em contraste, é a reunificação da alma com o corpo anterior (recém reconstituído) no Mundo Vindouro, um mundo que a história ainda não testemunhou.

A ressurreição é assim um conceito puramente escatológico. Seu objetivo é recompensar o corpo com a eternidade e a alma com perfeição mais elevada. O propósito da reencarnação geralmente é duplo: compensar uma falha na existência prévia ou criar um estado de perfeição pessoal novo, mais elevado, ainda não atingido. Assim, a ressurreição é um tempo de recompensa; a reencarnação um tempo de reparar. A ressurreição é um tempo de colher; a reencarnação um tempo de semear.

O fato de que a reencarnação seja parte da tradição judaica é surpresa para muita gente. Apesar disso, é mencionada em numerosos locais em todos os textos clássicos do misticismo judaico, começando com a preeminente obra da Cabalá, o Zohar.

Se alguém é mal sucedido no seu propósito neste mundo, o Eterno, Bendito seja, o desenraiza e planta mais e mais vezes. (Zohar I 186b)

Todas as almas estão sujeitas à reencarnação, e as pessoas não conhecem os caminhos do Eterno, Bendito seja! Eles não sabem que são trazidos perante o Tribunal, antes de entrar neste mundo e depois de tê-lo deixado; são ignorantes das muitas reencarnações e obras secretas que têm de passar, e do número de almas nuas, e quantos espíritos nus vagam no outro mundo, incapazes de entrar no véu do Palácio do Rei. Os homens não sabem como as almas se revolvem como uma pedra atirada de um estilingue. Mas está aproximando-se a época a em que estes mistérios serão revelados. (Zohar II 99b)

O Zohar e a literatura paralela estão repletos de referências à reencarnação, tocando em questões como: qual corpo ressuscitará e o que acontece com aqueles corpos que não atingem a perfeição definitiva; quantas chances uma alma recebe de atingir a perfeição por meio da reencarnação; se um marido e mulher podem reencarnar juntos; se a demora no sepultamento pode afetar a reencarnação; e se uma alma pode reencarnar em um animal.

A reencarnação é mencionada pelos comentaristas bíblicos clássicos, incluindo o Ramban (Nachmânides), Menachem Recanti e Rabeinu Bachya. Entre os diversos volumes de Rabi Yitschac Luria, conhecido como o "Ari", dos quais a maioria nos chega através da pena de seu principal discípulo, Rabi Chayim Vital, são profundos discernimentos relacionados à reencarnação. De fato, seu Shaar HaGilgulim, "Os Portões da Reencarnação", é um livro dedicado exclusivamente ao tema, incluindo detalhes a respeito das raízes da alma de muitas personalidades bíblicas e em quem eles reencarnaram, desde os tempos da Bíblia até o Ari.

Os ensinamentos do Ari e os sistemas de ver o mundo espalharam-se como fogo após sua morte, em todo o mundo judaico na Europa e no Oriente Médio. Se a reencarnação tinha sido geralmente aceita pelo povo judeu e pela Inteligentsia anteriormente, tornou-se parte do tecido do idioma e estudos judaicos depois do Ari, fazendo parte do pensamento e dos escritos de grandes eruditos e líderes, desde os comentaristas clássicos sobre o Talmud (por exemplo, o Maharsha, Rabi Moshe Eidels), até o fundador do Movimento Chassídico, o Báal Shem Tov.


--------------------------------------------------------------------------------

A ressurreição é um tempo de recompensa;
a reencarnação um tempo de reparar. A ressurreição é um tempo de colher; a reencarnação um tempo de semear.

--------------------------------------------------------------------------------

Muitos ficam igualmente surpresos ao descobrir que a reencarnação era uma crença aceita por numerosos das mentes notáveis nas quais se baseia a civilização Ocidental. Embora o Judaísmo, obviamente, não concorde necessariamente com todas suas idéias e filosofias, mesmo assim Platão, por exemplo, (em Meno, Fedo, Timeus, Fedro e a República), partilha a crença na doutrina da reencarnação. Ele parece ter sido influenciado pelas primeiras mentes clássicas gregas, como Pitágoras e Empédocles. No século Dezoito, na Era do Iluminismo e Racionalismo, pensadores como Voltaire ("Afinal, não é mais surpreendente nascer duas vezes que nascer uma vez") e Benjamim Franklyn expressaram uma afinidade pela noção da reencarnação. No século Dezenove, Schopenhauer escreveu (Parerga e Paralipomena), "Se um asiático me pedisse uma definição de Europa, eu seria forçado a responder-lhe: É aquela parte do mundo que é assombrada pela incrível ilusão de que o presente nascimento da pessoa é sua primeira entrada na vida…" Dostoievski (em Os Irmãos Karamazov) refere-se à idéia, ao passo que Tolstoi parece ter sido categórico em afirmar que tinha vivido antes. Thoreau, Emerson, Walt Whitman, Mark Twain e muitos outros reconheceram e/ou partilharam alguma forma de crença na reencarnação. Deve-se registrar, no entanto, que algumas clássicas autoridades da Torá, mais especificamente, a autoridade do Século Dez, Saadia Gaon, negaram a reencarnação como dogma judaico. Emunot V'Deyot 6:3.

O Talmud relata que o sábio do segundo século, Rabi Shimon bar Yochai e seu filho Elazar se refugiaram numa caverna para escapar à perseguição romana. Durante os treze anos que se seguiram, eles estudaram noite e dia, sem distração. Segundo a tradição cabalista (Ticunei Zohar 1a) foi durante estes treze anos que ele e seu filho primeiro compuseram os principais ensinamentos do Zohar. Oculto por muitos séculos, o Zohar foi publicado e disseminado por Rabi Moshe de Leon, no Século Treze.

Embora o Zohar seja geralmente considerado uma obra de um único volume, compreendendo o Zohar, Tikunei Zohar e Zohar Chadash, na verdade é uma compilação de diversos pequenos tratados ou sub-seções. Segue abaixo apenas alguns deles.

O Zohar (I 131a): "Rabi Yossi respondeu: 'Aqueles corpos que não são merecedores e não atingiram seu propósito, serão considerados como não tendo sido… ‘ Rabi Yitschac [discordou e] disse: ‘Para estes corpos o Eterno providenciará outros espíritos, e se forem considerados merecedores, eles obterão uma morada no mundo; caso contrário, eles serão cinzas sob os pés dos justos.’ Cf Zohar II 105b.

O Zohar III 216a; Ticunei Zohar 6 (22b), 32 (76b) sugerem três ou quatro chances. Ticunei Zohar 69 (103a) sugere que mesmo que seja feito um pequeno progresso a cada vez, a alma recebe mil oportunidades de reencarnação para atingir sua plenitude. Zohar III 216a sugere que uma pessoa essencialmente justa que passa pela provação de perambular de cidade em cidade, de casa em casa – até para tentar vender pela insistência (Zohar Chadash Ticunim 107a) – é como se ele passasse por muitas reencarnações.

Depois que a alma deixou o corpo e o corpo permanece sem vida, é proibido deixá-lo insepulto (Moed Katon, 28a; Baba Kama, 82b). Pois um corpo morto que é deixado insepulto por 24 horas causa uma fraqueza nos membros do Chariot e impede que o desígnio de D’us seja cumprido; pois talvez D’us tenha decretado que ele deveria passar pela reencarnação imediatamente, no dia em que morreu, o que seria melhor para ele, mas como o corpo não foi enterrado, a alma não pode ir até a presença do Eterno, nem ser transferida para outro corpo. Pois uma alma não pode entrar num segundo corpo até que o primeiro seja sepultado…" Zohar III 88b.




Rádio Vaticano


Ontem à noite, 11, Sábado Santo, Bento XVI presidiu à Vigília Pascal na Basílica de São Pedro, diante de cinco mil pessoas. O Papa explicou, em especial, do que se trata a ressurreição.

Por não entrar no âmbito das nossas experiências, esta mensagem acaba incompreendida, como se fosse algo do passado. A Igreja, por sua vez, procura levar-nos à sua compreensão, traduzindo este acontecimento misterioso na linguagem dos símbolos. Na Vigília Pascal, disse o Pontífice, o significado deste dia nos é indicado através de três símbolos: a luz, a água e o cântico do aleluia.

.: Fotos da Vigília

Temos, em primeiro lugar, a luz. Onde há luz, nasce a vida. Na mensagem bíblica, a luz é a imagem mais imediata de Deus: Ele é todo Resplendor, Vida, Verdade, Luz. A ressurreição de Jesus é uma irrupção de luz. Ele é a Luz pura: é o próprio Deus, que faz nascer uma nova criação no meio da antiga, transforma o caos em cosmos.

Símbolos da Vigília Pascal

Na Vigília Pascal, a Igreja representa o mistério da luz de Cristo no sinal do círio pascal, cuja chama é simultaneamente luz e calor. O simbolismo da luz está ligado com o do fogo: resplendor e calor, resplendor e energia de transformação contida no fogo. Verdade e amor andam juntos.

"Peçamos ao Senhor que a pequena chama da vela, que Ele acendeu em nós, a luz delicada da sua palavra e do seu amor, no meio das confusões deste tempo, não se apague em nós, mas se torne cada vez mais forte e mais resplendorosa. Para que sejamos com Ele pessoas do dia, astros para o nosso tempo."

O segundo símbolo da Vigília Pascal – a noite do Batismo – é a água. Na Sagrada Escritura, ela aparece com dois significados opostos. De um lado, há o mar que se apresenta como o poder antagonista da vida sobre a terra, como a sua contínua ameaça, à qual, porém, Deus colocou um limite. É o elemento da morte. O outro significado é a água como nascente fresca, que dá a vida, ou também como o grande rio de onde provém a vida. Sem água, não há vida.

Cristo é nascente de água viva. D’Ele brota o grande rio que, no Batismo, faz frutificar e renova o mundo; o grande rio de água viva é o seu Evangelho que torna fecunda a terra. No Batismo, o Senhor faz de nós não só pessoas de luz, mas também nascentes, das quais brota água viva.

O terceiro grande símbolo da Vigília Pascal é de natureza muito particular; envolve o próprio homem. É a entoação do cântico novo: o aleluia. Quando uma pessoa experimenta uma grande alegria, não pode guardá-la para si. Deve manifestá-la, transmiti-la. O falar já não basta. Ela tem de cantar.

Desde que Jesus ressuscitou, a gravitação do amor é mais forte que a do ódio; a força de gravidade da vida é mais forte que a da morte. "Porventura, concluiu o papa, não é esta a situação da Igreja de todos os tempos? Sempre dá a impressão de que ela deva afundar e, todavia, já está salva. A mão salvadora do Senhor nos sustenta e assim podemos cantar desde já o cântico dos redimidos, o cântico novo dos ressuscitados: Aleluia!"


Deixe aqui o seu comentário...

Nenhum comentário:

Postar um comentário